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Depois de dossiê de Bernal, Gaeco chama presidente eleito da Seleta

Publicado em 15/12/2016 16:33 Editoria: Cidades News sem comentários Comente!


Depois do prefeito Alcides Bernal (PP) entregar documentos sobre funcionários fantasmas que no papel atuavam nas instituições Seleta e Omep, nesta quinta-feira o novo presidente eleito nesta semana para assumir a presidência da Seleta, Romário Seffrin, está na sede do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Advogado que representa as duas instituições, Laudson Ortiz disse à reportagem que não acompanha o presidente no depoimento, no entanto, confirmaram que ele foi chamado para prestar esclarecimentos.

Ontem o prefeito Bernal foi ao Gaeco entregar papelada com detalhes de funcionários que seriam contratados pela Seleta e Omep por meio de convênio com a prefeitura, mas que na prática não trabalhavam.

Um dos casos, inclusive, levou a vereadora Magali Picarelli (PSDB) em condução coercitiva. Duas funcionárias contratadas pela Seleta trabalharam no gabinete de Magali pelo período de 1 ano.

OPERAÇÃO URUTAU

As investigações do Ministério Público Estadual levaram a indícios que resultaram na prisão de três mulheres que podem ser um dos principais elos no esquema de desvio de dinheiro público e enriquecimento ilícito que era abastecido por meio entidades filantrópicas de Campo Grande há pelo menos quatro anos.

Maria Aparecida Salmaze, diretora da Organização Mundial para Educação Pré-escolar (Omep); Ana Cláudia Pereira da Silva, contadora da Sociedade Caritativa e Humanitária (Seleta); e Kelly Ribeiro Pereira, responsável por organização não governamental que administra a creche Nossa Senhora Aparecida do Perpétuo Socorro, estão no centro de apuração sobre o uso de R$ 26,5 milhões em espécie que foram movimentados entre 2011 e 2015.

O juiz Mário Esbalqueiro Jr., que estava na 1ª Vara de Execução Penal de Campo Grande, concedeu os mandados de prisão temporária (de cinco dias) contra as três mulheres. Eles foram cumpridos anteontem pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), durante a deflagração da Operação Urutau.

Elas foram recolhidas no final do dia para o Estabelecimento Penal Irmã Irma Zorzi, na Capital, e podem permanecer no local até domingo, quando vence o prazo do mandado.

O que os promotores agora correm atrás é reunir provas que confirmem o tamanho do rombo causado pelas ONGs com o uso de dinheiro público. Além disso, já está programada audiência com Maria Aparecida Salmaze para amanhã (14). As outras duas mulheres presas também vão prestar depoimento.

› FONTE: Bonito News (www.novo.bonitonews.com.br)


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