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Mais um preso é encontrado morto na Máxima e morte é a 4ª no ano

Publicado em 28/06/2017 01:17 Editoria: Cidades News sem comentários Comente!


Um dia depois de José Alves do Ouro Filho, de 31 anos, ser encontrado morto na Penitenciária da Máxima, em Campo Grande, outro detento foi encontrado morto ontem à tarde. Delegado da Polícia Civil reconheceu que é difícil identificação de autores nesses casos.

Luiz Fernando da Silva dos Santos, de 27 anos, estava pendurado por uma corda na cela e morte já é a 4ª dentro da unidade penitenciária neste ano.

Assim como no caso de anteontem (26), a morte é tratada inicialmente como suicídio, mas cena do crime, no pavilhão 1-A, indica que houve homicídio encoberto por uma simulação “muito mal feita”, conforme classificação da Polícia Civil.

Conforme o delegado Paulo Sá, duplo sinal de corda também foi identificado no corpo da vítima de anteontem, o que sugere o assassinato. Essa foi a mesma situação do caso registrado ontem.

Ele reconheceu que nessas mortes é difícil determinar a autoria do crime, pois depende de uma eventual digital ou possível testemunha do crime.

“Se a lei do silêncio já é imperiosa nas ruas, imagina no interior do presídio. É uma investigação árdua, mas a Polícia Civil tem índices de 70% a 80% de apuração da autoria, vamos tentar fazer esses indíces refletirem também dentro dos presídios”, afirmou o delegado. 

Sobre a possibilidade dessas duas mortes terem sido encomendadas por facção criminosa, o delegado afirmou que não tinha relatos.

Contudo, consta em boletim de ocorrência da morte de José Alves do Ouro Filho, ocorrida na segunda-feira (26), que presos promoveram gritos de ordem da facção Primeiro Comando da Capital (PCC). No caso de hoje, não houve registro do mesmo tipo de ação.

› FONTE: Bonito News (www.novo.bonitonews.com.br)


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